Esopo 165

O homem covarde e os corvos

Estava um homem covarde saindo para a guerra, quando corvos começaram a crocitar. Ele, então, colocou as armas no chão e permaneceu quieto. Em seguida, pegou as armas e de novo ia partindo, quando eles tornaram a crocitar. O homem parou e, por fim, disse: “Vocês podem ficar gritando o mais alto que puderem, mas minha carne é que não vão saborear!”.

A fábula diz respeito aos covardes em demasia.

Esopo. Fábulas completas. Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 245

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