Esopo 115

A cotovia

Uma cotovia, apanhada numa armadilha, dizia lamuriosa: “Ai de mim, sou um pássaro infeliz e digno de pena! Não tirei de ninguém nem ouro, nem prata, nem outra riqueza qualquer. Mas foi uma migalha de pão, pequenina, que me trouxe a morte”.

A fábula [é oportuna] para os que enfrentam grande perigo por causa de um ganho mesquinho.

Esopo. Fábulas completas. Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 175

Deixe um comentário