O urso e a raposa
Um urso alardeava amor incomum pelo homem,
dizendo, pois, que não lhe rasgava o cadáver.
Disse-lhe, então, uma raposa: “Mais eu gostaria
se rasgasses um morto, mas não tocasses no vivo.”
[Que não me pranteie morto quem me prejudica vivo.]
[Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti (2022)]