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[Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti (2022)]
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[Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti (2022)]
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[Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti (2022)]
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[Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti (2022)]
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[Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti (2022)]
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[Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti (2022)]
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[Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti (2022)]
Um lobo certa vez avistou um cordeiro desgarrado
do rebanho e não investiu sobre ele para agarrá-lo à força;
antes, buscou encontrar um motivo de hostilidade bem arranjado.
“Foste tu que, ainda pequeno, no ano passado me injuriaste.”
“Eu? A ti? No ano passado? Mas nem faz um ano que nasci!” 5
“Mas és tu que tosas a lavoura que é minha, não é?”
“Ainda não comi comida verde e nem fui levado à pastagem.”
“E acaso não tens bebido desta fonte em que eu bebo?”
“Até hoje a teta de minha mãe é que me inebria.”
Nisso então ele agarrou o cordeiro e, devorando-o, 10
disse: “Mas tu não deixarás o lobo sem jantar,
ainda que habilmente me desmontes toda acusação.”
[Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti (2022)]
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[Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti (2022)]
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[Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti (2022)]
De um leão um caçador nem um pouco destemido
seguia as pegadas em densas florestas das montanhas.
Ao deparar com um lenhador junto de um alto pinheiro
disse: “Imploro-te, pelas ninfas, acaso tens notado
as pegadas de um leão que se entoca por aqui?” 5
E ele falou: “Mas há um deus em teu caminho!
Pois eu já vou te mostrar o próprio leão!”
Mas o outro, empalidecido, batendo os dentes
fala: “Não me favoreças além do que eu preciso,
diz só a pegada; não me mostres o leão.” 10
[Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti (2022)]