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coleção de fábulas da Antiguidade até a atualidade

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Tag: Prólogo

Bábrio 2.pr

Prólogo

Fábula, aliás, ó filho do rei Alexandre,

é invenção de antigos homens sírios,

que viveram outrora no tempo de Nino e de Belo.

O primeiro, dizem, que as contou a filhos de gregos

foi o sábio Esopo; também aos líbios contou 5          

fábulas Cibisses. Mas eu em renovada musa

apresento o mitiambo: com cabresto de ouro

equipei-o, como a um cavalo hoplita.

Tendo sido eu o primeiro a abrir a porta,

outros adentraram, e de musa mais douta 10   

poesias produzem semelhantes a enigmas,

versados em nada além do que eu conheço.

Eu, ao contrário, fabulo em linguagem clara,

e dos iambos os dentes não agudizo;           

antes, os aguilhões eu temperei bem e amansei, 15      

e, pela segunda vez, é para ti o canto deste livro.

[Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti (2022)]
Avatar de DesconhecidoAutor celesteconsolinPublicado em janeiro 26, 2023janeiro 26, 2023Categorias Bábrio, livro β'Tags PrólogoDeixe um comentário em Bábrio 2.pr

Fedro 5.pr

O mesmo poeta

Se eu tiver intercalado aqui e ali o nome de Esopo,

a quem já há muito retribuí tudo o que lhe devia,

fica sabendo que é por causa de sua autoridade:

assim fazem, em nosso tempo, certos artistas

que encontram um preço maior para suas novas obras, 5

se escreveram Praxíteles em seu mármore,

Mirão em sua prata polida, Zêuxis em seu quadro.

A tal ponto a inveja mordaz mais favorece

a falsa antiguidade do que as boas coisas atuais.

Mas já sou levado para uma fabulazinha de tal exemplo. 10

texto latino

Como citar este documento:
FEDRO. Fábulas esópicas. Tradução de José Dejalma Dezotti. Edição digital organizada por Lucas Consolin Dezotti. Araraquara: s.n., 2023. DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.7763266. Acesso em 23.mar.2023.

Avatar de DesconhecidoAutor celesteconsolinPublicado em janeiro 25, 2023abril 27, 2023Categorias Fedro, livro VTags fábulas anônimas, Mirão, Praxíteles, Prólogo, ZêuxisDeixe um comentário em Fedro 5.pr

Fedro 4.pr

O poeta para Particulão

Como eu tivesse decidido pôr fim à minha obra

no intuito de que ficasse matéria suficiente para outros,

condenei em meu calado coração o meu propósito.

Pois se há alguém desejoso de tal título,

como ele adivinhará que coisas eu omiti, 5

para que ele deseje entregá-las à fama,

quando cada um tem sua concepção de espírito

e seu próprio estilo? Portanto, não foi uma leviandade,

mas uma sólida razão que me deu motivo de escrever.

Por isso, Particulão, já que és cativado pelas fábulas, 10

(as quais chamo de “esópicas” e não “de Esopo”,

visto que ele mostrou poucas e eu apresento muitas,

e me valho do gênero antigo, mas com temas novos),

vais ler este quarto livrinho todo, quando tiveres tempo.

Se a malignidade quiser denegri-lo, 15

desde que não possa imitá-lo, é lícito que o denigra.

O louvor já foi obtido por mim, porque tu e outros

iguais a ti citais minhas palavras em vossos escritos,

e julgais minha obra digna de longa memória.

E eu não desejo o aplauso dos iletrados. 20

texto latino

Como citar este documento:
FEDRO. Fábulas esópicas. Tradução de José Dejalma Dezotti. Edição digital organizada por Lucas Consolin Dezotti. Araraquara: s.n., 2023. DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.7763266. Acesso em 23.mar.2023.

Avatar de DesconhecidoAutor celesteconsolinPublicado em janeiro 25, 2023abril 27, 2023Categorias Fedro, livro IVTags fábulas anônimas, PrólogoDeixe um comentário em Fedro 4.pr

Fedro 3.pr

Fedro para Eutico.

Se desejas ler os livrinhos de Fedro,

convém, Eutico, que estejas desocupado dos negócios,

para que teu espírito livre sinta a força do poema.

“Mas”, dizes, “o teu talento não vale tanto assim,

para que se perca um instante de minhas obrigações”. 5

Então não há motivo para que seja tocado por tuas mãos

o que não é conveniente para ouvidos ocupados.

Talvez dirás: “Virão alguns dias de folga,

que, estando eu de espírito livre, me chamarão ao estudo”.

Irás então preferir, eu pergunto, ler estas bagatelas baratas 10

a dar atenção aos afazeres domésticos,

devotar teu tempo aos amigos, dedicar-se à tua esposa,

relaxar teu espírito, dar descanso ao corpo,

para desempenhar com mais vigor o teu rotineiro ofício?

Deves mudar o propósito e o tipo de vida, 15

se cogitas transpor o umbral das Musas.

Eu, que minha mãe deu à luz no cimo do monte Píero,

onde a venerável Mnemosine, nove vezes fecunda,

gerou para Júpiter Tonante o coro das artes,

embora eu tenha nascido quase que nessa mesma escola, 20

e tenha eliminado do fundo do coração a preocupação de ter

e, por uma glória invicta, tenha me dedicado a esta vida,

sou, todavia, recebido desdenhosamente no grupo.

O que achas que acontece com aquele que busca,

com todo o desvelo, acumular grandes riquezas, 25

antepondo o doce lucro ao douto trabalho?

Mas, seja o que for, como disse Sinon,

quando era conduzido ante o rei de Dardânia,

escreverei o livro terceiro no estilo de Esopo,

dedicando-o à tua honra e méritos. 30

Se o leres, me alegrarei; caso contrário,

os pósteros certamente terão com que se divertirem.

Agora, por que foi inventado o gênero das fábulas

vou ensinar sucintamente. A escravidão subjugada,

por não ousar dizer o que queria, 35

transferiu para as fabulazinhas os próprios sentimentos

e iludiu a acusação com gracejos fictícios.

E eu fiz do atalho dele uma estrada

e pensei mais coisas do que ele deixara,

escolhendo algumas para a minha desgraça. 40

E se houvesse outro acusador que não o Sejano,

se houvesse outra testemunha e, enfim, outro juiz,

eu confessaria ser merecedor de tão grandes males,

e não mitigaria a minha dor com esses remédios.

Se alguém errar em sua suspeita 45

e tomar para si o que for comum a todos,

estupidamente desnudará a consciência de seu espírito.

Com este, não obstante, eu gostaria de me desculpar:

pois não é minha intenção apontar indivíduos,

mas mostrar a própria vida e os costumes dos homens. 50

Dirá talvez alguém que eu prometo uma coisa difícil.

Se pôde o frígio Esopo, se pôde o cita Anácarsis

criar uma fama eterna com seu talento,

eu, que estou mais perto da letrada Grécia,

por que abandonarei num sono indolente a honra da pátria, 55

quando a nação trácia conta os seus autores,

e Apolo é pai de Lino, a Musa é mãe de Orfeu,

que moveu as pedras com seu canto e domou as feras

e conteve os ímpetos do Hebro com um suave remanso?

Portanto, fica longe daqui, inveja, para não gemeres em vão, 60

uma vez que me é devida a glória habitual.

Induzi-te a ler; peço que me dês uma opinião

sincera com tua conhecida franqueza.

texto latino

Como citar este documento:
FEDRO. Fábulas esópicas. Tradução de José Dejalma Dezotti. Edição digital organizada por Lucas Consolin Dezotti. Araraquara: s.n., 2023. DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.7763266. Acesso em 23.mar.2023.

Avatar de DesconhecidoAutor celesteconsolinPublicado em janeiro 24, 2023abril 26, 2023Categorias Fedro, livro IIITags Anácarsis, Apolo, Dardânia, Eutico, fábulas anônimas, Fedro, Grécia, Hebro, Júpiter, Lino, Mnemosine, Musa, Orfeu, Palas, Píero, Prólogo, Sejano, Sinon, TonanteDeixe um comentário em Fedro 3.pr

Bábrio 1.pr

Prólogo

De homens justos era a primeira raça,

ó Branco meu filho, à qual chamam áurea, 

a ela, dizem, seguiu-se outra, argêntea;

e depois delas a terceira somos nós, férrea.

No tempo da áurea também os demais viventes 5          

voz articulada possuíam e conheciam falas

tais quais nós nos dizemos uns aos outros,

e suas praças eram nos centros dos bosques.          

Palestravam pinheiro e folhas de loureiro,

peixe nadador conversava com nauta amigo 10          

e pardais se entendiam bem com  lavrador.

Tudo brotava da terra, que nada pedia em troca,

entre mortais e deuses havia camaradagem.

Podes conferir e saber que assim eram as coisas  

recorrendo a  Esopo, o velho sábio que nos 15            

comunicou fábulas em musa livre;

dessas cada uma floreei com minha bagagem

e agora vou-te expor um melífluo favo de lótus: 

de acerados iambos afeminei ásperas parcelas.

[Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti (2022)]
Avatar de DesconhecidoAutor celesteconsolinPublicado em janeiro 19, 2023janeiro 23, 2023Categorias Bábrio, livro α'Tags PrólogoDeixe um comentário em Bábrio 1.pr

Fedro 2.pr

Autor

O gênero de Esopo é constituído de exemplos;

e, através das fábulas, não se busca nenhuma outra coisa

a não ser corrigir-se o erro dos mortais

e aguçar seu diligente talento.

Portanto, seja qual for o modo lúdico de narrar, 5

desde que capte o ouvido e conserve o seu propósito,

é recomendado pelo conteúdo, não pelo nome do autor.

Sem dúvida, manterei com todo o cuidado o costume do velho;

mas se eu tiver vontade de intercalar algo,

para que a variedade dos ditos deleite os sentidos, 10

eu gostaria, leitor, que aceitasses de bom grado,

contanto que a brevidade compense esse favor.

E para que a sua recomendação não seja prolixa,

escuta por que deves negar aos ambiciosos

e oferecer aos modestos até mesmo o que não solicitaram. 15

texto latino

Como citar este documento:
FEDRO. Fábulas esópicas. Tradução de José Dejalma Dezotti. Edição digital organizada por Lucas Consolin Dezotti. Araraquara: s.n., 2023. DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.7763266. Acesso em 23.mar.2023.

Avatar de DesconhecidoAutor celesteconsolinPublicado em janeiro 18, 2023abril 26, 2023Categorias Fedro, livro IITags fábulas anônimas, Prólogo, velhoDeixe um comentário em Fedro 2.pr

Fedro 1.pr

Prólogo

O autor Esopo inventou este gênero

que eu poli com versos senários.

É duplo o dote deste livrinho: porque causa o riso

e porque orienta com conselho a vida ao homem prudente.

Se alguém, porém, quiser criticar, 5

porque as árvores falam, não somente os bichos,

lembre-se de que nós brincamos com fábulas inventadas.

texto latino

Como citar este documento:
FEDRO. Fábulas esópicas. Tradução de José Dejalma Dezotti. Edição digital organizada por Lucas Consolin Dezotti. Araraquara: s.n., 2023. DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.7763266. Acesso em 23.mar.2023.

Avatar de DesconhecidoAutor celesteconsolinPublicado em janeiro 17, 2023abril 26, 2023Categorias Fedro, livro ITags fábulas anônimas, PrólogoDeixe um comentário em Fedro 1.pr

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Espaço dedicado ao gênero Fábula, da Antiguidade à Atualidade, organizado por Maria Celeste Consolin Dezotti, professora doutora em Letras Clássicas pela USP e docente aposentada da UNESP/FCL-Ar. Currículo Lattes.

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