
DUARTE, Adriane. Esopo e a tradição da fábula. In: Esopo. Fábulas completas. Tradução de Maria Celeste C. Dezotti. São Paulo: Cosac Naify, 2013. p.7-25.
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LIMA, Alceu Dias. A forma da fábula. Significação. Revista Brasileira de Semiótica. 4, 1994. p.60-69.
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SULEIMAN, Susan. Le récit exemplaire: parabole, fable, roman à thèse. Poétique. Révue de théorie et d’analyses littéraires, 32, novembre, 1977, p. 468-489. Tradução de Cassia Regina Sossolote. DOI: http://doi.org/10.5281/zenodo.7843200. Acesso em 18.abr.2023.
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DEZOTTI, Maria Celeste C.; PEREZ, Lúcia H.; QUINELATO, Eliane. O leão, o lobo e a raposa na fábula grega. Anais do XIV Seminário do CELLIP, Curitiba-PR, 2001, p.1293-1297.
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1- O lugar da fábula em Vida de Esopo
Adriane da Silva Duarte (p.17-30)
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2- A estrutura silogística da fábula
Márcio Thamos (p.31-48)
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3- O interdiscurso do texto intitulado
A recepção do discurso alegórico da fábula
Cássia Regina Coutinho Sossolote (p.49-68)
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4- Plutarco e Esopo
Maria Aparecida de Oliveira Silva (p.69-80)
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5- A fábula esópica em Monteiro Lobato –
um ato de fala de Dona Benta
Loide Nascimento de Souza (p.81-98)
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6- Entre lobo e cão: Uma leitura de
“Mago” de Miguel Torga
Monica de Oliveira Faleiros (p.99-112)
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A fábula e o público infantojuvenil
Loide Nascimento de Souza
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As Fábulas Fabulosas de Millôr Fernandes: da tradição esópica à nova fábula
Monica de Oliveira Faleiros
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DEZOTTI, Maria Celeste C. Os primórdios da fábula na literatura brasileira. Itinerários, Araraquara, n. 44, 2017, p. 211-228.
Neste panorama das primeiras décadas de composição de fábulas na literatura brasileira, compreendidas entre a publicação de um poema-alegoria de Francisco Vilela Barbosa (1848) e o Fabulário de Coelho Neto (1907), comentam-se fábulas de sete escritores, cujos textos, em verso ou em prosa, contribuíram para dar à fábula brasileira uma identidade.
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DEZOTTI, Maria Celeste C. A significação das estruturas formulares dos epimítios da fábula esópica anônima. Classica, Sao Paulo, 5/6, 1992/1993, p. 117-132.
O exame dos mecanismos de coesão textual entre os dois textos constitutivos da fábula – a narrativa e o epimítio – mostra que ela é um gênero discursivo que se configura como um ato de fala realizado por meio de uma narrativa a ser interpretada segundo as orientações do locutor. Nas fábulas esópicas anônimas, tais orientações são expostas em verdadeiras fórmulas metalinguísticas, topicamente situadas no início do epimítio. A elevada freqüência,
nessas fórmulas, de elipses nominais, verbais e oracionais faz pressupor o domínio de um repertório de fórmulas por parte do locutor e do ouvinte grego; ao mesmo tempo, revela um empenho da fábula esópica em registrar linguisticamente sua condição de enunciado.
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DEZOTTI, Maria Celeste C. Tradição e permanência do tetrástikhon, a minifábula. Olho d’água, São José do Rio Preto, v. 14, n. 1, 2022, p. 245-259.
Em “O Pastor e o Leão” (VI.1), La Fontaine menciona “um certo Grego” que “se vangloria/ de uma elegância concisa”, pois “reduz sempre seu conto a quatro versos.” Quem seria esse Grego? O primeiro autor de fábulas gregas em versos é Bábrio (séc. 1 d.C.). Entre suas fábulas, há de fato uma criação original: o texto de quatro versos, denominado tetrástikhon. Esse formato foi amplamente imitado por autores medievais, destacando-se entre eles Inácio Diácono (séc. 9). Apesar da restrição de La Fontaine a essa espécie de minifábula, ela
continuou a desafiar os poetas, tendo encontrado na literatura brasileira, dois adeptos: Bomsucesso (séc. 19) e Mário Quintana (séc. 20).
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DEZOTTI, Maria Celeste C. Bábrio e a fábula pedagógica. In: Baracat Jr., J.C.; Silva, M.A.O. (orgs.) A Escrita grega no Império Romano: recepção e transmissão. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2020. p. 157-178.
Bábrio é um romano, provavelmente do final do séc. I d.C., que escreveu fábulas em grego. Dele temos 122 fábulas em versos, agrupadas em dois livros, cada um precedido de um prólogo. Nos prólogos, o fabulista expõe seu programa poético e destina suas fábulas a um jovem príncipe: Branco, filho do rei Alexandre. Nota-se que a relação semântica entre certos vocábulos gregos aponta a construção de um contexto pedagógico para a fábula babriana,
característica em grande parte responsável pela ampla aceitação que o gênero fábula, a partir daí, alcançou no ambiente escolar.
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NEVES, M. H. M. A gramática pela fábula. Ou: a fábula pela gramática. Lingüística [online], Montevideo, vol.30-1, 2014, p.165-196.
Neste estudo de base funcionalista, a autora examina a função de que se reveste a fábula, partindo de sua conceituação, historicamente vinculada à arte retórica, à força didática e ao valor literário, para chegar a uma análise gramatical da estrutura narrativa em que o gênero se apresenta.
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